Monitorização de instalações críticas
A monitorização de instalações críticas com um sistema termográfico automatizado torna possível identificar padrões térmicos anómalos que podem evoluir para uma falha do sistema. Desta forma, podem ser tomadas medidas preventivas para evitar paragens de produção dispendiosas. As instalações mais comuns monitorizadas são as subestações eléctricas, turbinas, compressores ou queimadores de combustão, entre outras.
Sistemas e equipamentos activos críticos
Termografia para deteção de gases (OGI)
Aplicações a temperaturas muito elevadas
Serviços críticos e comunicações
Sistemas e equipamentos activos críticos
Uma falha em sistemas e equipamentos críticos sob tensão pode causar danos graves devido à perda de alimentação durante algumas horas. Graças à utilização da termografia para inspecções de manutenção, podemos antecipar qualquer possível falha ou problema em instalações como a rede de distribuição eléctrica, centros de transformação ou centros de processamento de dados, entre outros.
Exemplos de aplicações

Rede de distribuição de eletricidade
O sector da distribuição eléctrica é pioneiro na termografia para a manutenção preditiva eléctrica. Atualmente, as inspecções termográficas são realizadas periodicamente com uma câmara de mão, mas também em voos de inspeção utilizando um helicóptero ou um drone com uma câmara termográfica incorporada.

Centro de transformação
Os postos de transformação são instalações críticas para o sistema elétrico de um país. Através do sistema de monitorização termográfica IRTIM, é possível controlar o estado de funcionamento dos pontos críticos dos transformadores e das ligações de serviço em tempo real e a qualquer momento.

Centro de processamento de dados
Os centros de dados fornecem o serviço de servidor com o qual as empresas e os particulares acedem à rede. Se o sistema Web de várias empresas estiver em baixo durante algumas horas, isso pode causar danos graves. Utilizando o sistema de monitorização termográfica IRTIM, os pontos quentes são detectados antes de se tornarem um problema para o funcionamento dos servidores.

Proteção de janelas por infravermelhos
Os comutadores eléctricos e as ligações no interior de um armário ou armário elétrico requerem a instalação de janelas de infravermelhos para inspeção por termografia, uma vez que, caso contrário, não é possível monitorizar a temperatura. A instrumentação correcta da instalação eléctrica com janelas de infravermelhos irá protegê-lo a si e à sua instalação.
Termografia para deteção de gases (OGI)
Uma fuga de gás pode representar um risco grave para uma instalação industrial, para o seu pessoal e para o ambiente. A utilização de câmaras termográficas para deteção de gás (OGI) torna possível detetar fugas e repará-las antes que possam constituir uma ameaça.
Exemplos de aplicações

Fugas de gás nas refinarias
Numa refinaria, uma fuga de gás hidrocarboneto representa um risco muito grave para o pessoal, para a instalação industrial e para o ambiente. As câmaras termográficas para deteção de gás (OGI) podem detetar estas fugas, quer durante as inspecções de rotina efectuadas pelo pessoal, quer automaticamente através do sistema TIM.

Fugas de gás em ambientes ATEX
As câmaras termográficas para deteção de fugas de gás estão disponíveis para utilização em áreas classificadas ATEX, quer como câmara portátil para utilização por um operador, quer como inspeção automática multiponto utilizando uma câmara fixa montada numa caixa Pan&Tilt para ambientes protegidos ATEX.

Deteção de gases de aterro
Os aterros de resíduos são uma das maiores fontes de metano produzido pelo homem. Uma fuga de gás de aterro é uma fonte de contaminação e um risco para a integridade do pessoal e da instalação. Através de técnicas especiais de termografia (OGI), é possível detetar estas fugas à distância e atuar sobre elas antes que se tornem um perigo real.

Fugas de CO2 nas turbinas de produção
Através de equipamentos e técnicas especiais, é possível detetar fugas deCO2 em instalações como turbinas de produção ou linhas de escape. É igualmente possível utilizaro CO2 como gás marcador em todos os tipos de condutas, se for utilizado em concentrações de 3 ou 4%. Esta técnica permite efetuar diagnósticos e verificar reparações em grandes condutas.
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Aplicações a temperaturas muito elevadas/refractárias
Os fornos industriais são instalações que são obrigadas a funcionar a temperaturas muito elevadas. Se não detectarmos e controlarmos os pontos quentes no revestimento, isso pode levar a um desgaste irregular que pode resultar numa falha do sistema com consequências catastróficas. Graças à utilização de sistemas de termografia e automação, podemos monitorizar o estado do refratário e o seu desgaste em tempo real.
Exemplos de aplicações

Estado dos tubos nos reformadores
A temperatura de trabalho dos tubos num forno de reforma é crítica, uma vez que afecta tanto o desempenho da instalação como a sua vida útil. Através da termografia, a temperatura de trabalho de cada tubo individual é monitorizada em tempo real e através de aberturas/janelas de controlo, tanto com uma câmara portátil FLIR GF309 como com uma câmara de imagem térmica boroscópica fixa.

Fornos rotativos de cimento
No funcionamento dos fornos rotativos Kiln, é muito importante detetar pontos quentes no revestimento refratário para evitar falhas catastróficas no sistema. Através do sistema IRTIM de fabrico e tirando partido do movimento rotativo do forno, é possível monitorizar o estado do refratário de forma automatizada e em tempo real.

Refractários em fornos de fusão
Nestas instalações, o material refratário que mais sofre é o que se encontra nas zonas de impacto do aço fundido. O material está sujeito a um grande desgaste e são necessárias reparações frequentes para limpeza dos fundos. Um controlo preciso do estado do refratário permite espaçar e reduzir os custos de reparação.

Indústria do vidro e da cerâmica
Neste tipo de forno, o refratário é particularmente sujeito a tensões devido às reacções químicas dos gases. Os pontos mais quentes das abóbadas e das paredes são os mais adequados para serem monitorizados em tempo real por termografia. O controlo preciso do estado do refratário permite prolongar o funcionamento entre paragens.
Serviços críticos e comunicações
Alguns serviços e redes de comunicações não se podem permitir falhas devido ao grande impacto que têm na vida quotidiana dos cidadãos. Instalações como hospitais ou estações de bombagem, ou infra-estruturas como caminhos-de-ferro ou redes de tráfego rodoviário, entre outras, utilizam a termografia para garantir o seu correto funcionamento e a adequação das suas instalações em qualquer momento.
Exemplos de aplicações

Sistemas ferroviários
A rede ferroviária, seja ela de alta velocidade, convencional ou de classe metropolitana, é uma infraestrutura crítica e tem uma complexidade eléctrica significativa. Frequentemente, é necessário efetuar inspecções termográficas convencionais no sistema, mas também inspecções automatizadas através de câmaras termográficas montadas numa carruagem.

Hospitais
Os hospitais prestam um serviço essencial e crítico à sociedade e estão preparados para responder a grandes solicitações, tais como acidentes múltiplos, doenças infecciosas, ataques, etc. Um bom programa de termografia permitirá que o hospital tenha as instalações num estado ótimo para responder a qualquer exigência.

Comunicação rodoviária
No tráfego rodoviário, os túneis e as pontes são pontos críticos para a segurança e a comunicação. A termografia detecta defeitos e anomalias no grupo motopropulsor de camiões e autocarros, especialmente nos travões, rolamentos e pneus, que podem conduzir a um acidente ou mesmo a um incêndio.

Estações de bombagem
As estações de bombagem são essenciais para a prestação de serviços à sociedade. Dependendo das necessidades e da criticidade, uma inspeção termográfica pode ser realizada semestralmente ou anualmente. Para equipamentos críticos para o sistema, uma solução de monitorização utilizando uma câmara termográfica fixa e o IRfabrico de TIM.