
Os investigadores da Universidade de Reims estudam a efervescência do champanhe com a câmara termográfica FLIR SC7000. Utilizando a técnica de termografia para a deteção de gases, conseguiram visualizar a difusão do CO2 e quantificar a evolução da concentração em função da técnica de servir o champanhe e da forma do copo. O seu estudo permite tirar conclusões diretamente aplicáveis ao sector da gastronomia e da restauração.